Skream, o roubalhão de polaróides
Numa espécie de celebração-entusiasmo de termos recebido o stock da Impossible, soltei uma Polaroid da jaula aqui em casa, carreguei a câmara com um cartucho e rezei para que a coisa funcionasse. Mal vi a luzinha verde a acender e a câmara a fazer sons mecânicos bati palmas de alegria e fui a correr para o Porto para me armar com o meu tanque novo.
No meio do trabalho lembrei-me de tirar uma foto ao Skream no backstage do Gare – trabalho feito, deixei-a estar por ali a pensar que quem lá estava ia ter juízo – afinal era certo e sabido que, ou já não se faziam cartuchos Polaroid, ou que a coisa era muito cara e o importante era poupar.
Surpresa das surpresas, quem fez asneira foi mesmo o Skream – entusiasmado por ver uma Polaroid agarrou logo nela e sacou mais umas 3 fotos das 4 que tiramos nessa noite. Uma ficou ele com ela, sobrou uma que eu tirei e mais as restantes que o Skream tirou.
Bué bué artísticas, com direito a bleed e tudo.
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